Tendências na gestão de processos 2026 e o novo papel da IA

As tendências na gestão de processos 2026 refletem uma mudança profunda na forma como as empresas organizam, executam e evoluem suas operações. Em um cenário de alta pressão por eficiência operacional, redução de custos e decisões mais rápidas, a gestão de processos com IA deixa de ser apenas operacional e assume um papel estratégico.
Após os avanços acelerados de 2024 e 2025, impulsionados pela transformação digital e pela popularização da Inteligência Artificial, as organizações entram em uma nova fase.
O desafio agora não é mais decidir se devem automatizar processos, mas entender como estruturar essa automação de forma inteligente, integrada e sustentável.
Estudos da McKinsey & Company indicam que entre 20% e 30% do tempo operacional das empresas é consumido com retrabalho, correções e atividades que não agregam valor. Ou seja, a ineficiência operacional eleva custos sem gerar retorno real para o negócio.
Neste artigo, você vai entender de onde viemos, para onde estamos indo com a gestão de processos e quais são as principais tendências que devem orientar decisões de tecnologia e automação até 2026.
Índice
- De onde viemos e para onde estamos indo com a gestão de processos
- Da automação de tarefas à inteligência nos processos
- Transformação digital 2026 em números
- As 7 principais tendências na gestão de processos para 2026
- Como o Zeev apoia as tendências na gestão de processos 2026
- Conclusão: as tendências na gestão de processos 2026 exigem ação estratégica
De onde viemos e para onde estamos indo com a gestão de processos
Para compreender as tendências na gestão de processos 2026, é necessário analisar o contexto recente das empresas.
Entre 2024 e 2025, especialmente no período pós-pandemia, grande parte das discussões corporativas esteve centrada em adaptação. Falou-se muito sobre trabalho remoto, saúde mental, sobrecarga operacional e a necessidade de tornar as rotinas mais eficientes e sustentáveis.
Nesse contexto, a automação passou a ser vista como uma solução direta para o excesso de tarefas manuais e repetitivas. Processos antes executados de forma totalmente humana começaram a ser automatizados em larga escala, o que exigiu maior atenção às técnicas de mapeamento de processos.
Exemplos comuns da inclusão da automação e IA nos processos
- Triagem de currículos no RH
- Revisão e padronização de textos no marketing
- Análise inicial de contratos no jurídico
- Controle de pedidos e fornecedores em compras
- Conciliação de dados e lançamentos no financeiro
Em pouco tempo, a Inteligência Artificial deixou de ser experimental e passou a integrar o dia a dia das áreas.
Da automação de tarefas à inteligência nos processos
Essa adoção acelerada trouxe novas dúvidas para executivos e gestores. Afinal, como implementar IA de forma estruturada? Por onde começar? Como garantir governança, controle e alinhamento com os objetivos do negócio?
Além disso, o debate também evoluiu. Saímos de uma fase em que a principal preocupação era automatizar tarefas isoladas ou discutir se a IA substituiria pessoas.
Em 2026, a discussão muda de patamar. Em resumo, o foco passa a ser como integrar a IA aos processos, como orquestrar fluxos completos e como garantir rastreabilidade nos processo.
Dica do editor: aprofunde a leitura sobre AI Agente Orchestration e entenda como a orquestração de agentes de IA em um único sistema garante segurança e eficiência
Transformação digital 2026 em números
A transformação digital 2026 não é uma questão de escolha, mas sim uma questão de sobrevivência organizacional. De acordo com o relatório Future of Jobs do World Economic Forum, 44% das habilidades essenciais dos trabalhadores mudarão até 2027, sendo assim, a automação inteligente estará no centro dessa transformação.
Mais importante ainda: empresas que não investirem em modernização de processos correm o risco de, consequentemente, se tornarem obsoletas frente a competidores mais ágeis.
Portanto, o futuro do BPM não é sobre substituir pessoas por máquinas, mas sim sobre capacitar equipes com ferramentas que eliminam gargalos, aceleram decisões e, ao mesmo tempo, liberam tempo para o trabalho estratégico. E isso, naturalmente, começa com entender as tendências que moldarão 2026.
As 7 principais tendências na gestão de processos para 2026
As tendências na gestão de processos para 2026 mostram uma mudança importante de mentalidade. Pensndo nisso, após a automação acelerada de tarefas isoladas entre 2024 e 2025, as empresas entram em um estágio mais avançado de maturidade operacional. Logo, o foco deixa de ser apenas automatizar atividades pontuais e passa a ser estruturar processos inteligentes, integrados e orientados por dados.
Nesse cenário, a hyperautomation se consolida como a base que sustenta todas as outras tendências. É ela que permite integrar Inteligência Artificial, automação, analytics, low-code e governança em uma estratégia única e escalável.
A seguir, veja as 7 principais tendências na gestão de processos para 2026.
1. Hyperautomation como base da gestão de processos em 2026
Hyperautomation é a estratégia que combina BPM, RPA, Inteligência Artificial, machine learning, analytics, process mining e low-code para automatizar processos de ponta a ponta, e não apenas tarefas isoladas.
Na prática, hyperautomation significa orquestrar tecnologia, dados e regras de negócio dentro de um mesmo fluxo operacional. Dessa forma, o objetivo deixa de ser apenas ganhar velocidade e passa a ser, sobretudo, aumentar controle, previsibilidade e capacidade de adaptação ao longo dos processos.
Além disso, tudo isso ocorre de maneira integrada, com dados fluindo entre as etapas e com visibilidade completa sobre o desempenho dos fluxos. Por esse motivo, a hyperautomation se consolida como a base que sustenta todas as demais tendências da gestão de processos em 2026.
Por sua vez, o Gartner projeta que, até 2026, 80% das organizações que adotarem plataformas de hyperautomation terão reduzido custos operacionais em pelo menos 30%.
2. Inteligência Artificial aplicada aos processos de negócio
A Inteligência Artificial aplicada aos processos de negócio deixa de ser experimental e passa a integrar fluxos operacionais críticos. Relatórios da IDC indicam que a adoção de IA generativa em áreas operacionais cresce de forma acelerada até 2026.
Na prática, a IA passa a atuar diretamente nos processos, apoiando decisões, identificando padrões e antecipando gargalos que impactam custos e prazos.
3. Agentes autônomos de IA na automação de processos
Os agentes autônomos de IA surgem como uma evolução da automação tradicional. Diferentemente de chatbots ou RPA clássico, esses agentes são capazes de tomar decisões mais complexas sem intervenção humana constante.
No contexto da gestão de processos, agentes autônomos podem:
- Redirecionar workflows automaticamente
- Ajustar prioridades conforme mudanças de demanda
- Atuar dentro de regras de negócio pré-definidas
A ABPMP destaca que essa autonomia só é viável quando há processos bem mapeados e governança clara, reforçando o papel das técnicas de mapeamento de processos.
4. Low-code como acelerador da transformação digital em 2026
O low-code se consolida como um dos principais aceleradores da transformação digital em 2026, especialmente na gestão de processos. Plataformas low-code permitem que áreas de negócio criem, ajustem e evoluam processos com autonomia, sem depender exclusivamente da TI.
Esse modelo reduz o tempo de implementação, aumenta a agilidade organizacional e viabiliza a melhoria contínua. Segundo a Forrester, o mercado de low-code mantém crescimento consistente até 2026, enquanto o MIT Technology Review aponta esse movimento como essencial para sustentar inovação em escala.
É nesse contexto que o Zeev se posiciona. Como uma plataforma BPMS low-code com Inteligência Artificial, o Zeev permite que empresas:
- Modelem processos de ponta a ponta
- Automatizem fluxos com governança
- Ajustem regras de negócio com rapidez
- Evoluam processos conforme o negócio muda
Na prática, o low-code BPMS Zeev conecta estratégia, operação e tecnologia, transformando a gestão de processos em um ativo contínuo de eficiência operacional.
5. Process mining para eficiência operacional e melhoria contínua
Process Mining é uma técnica que une ciência de dados e gestão de processos. O objetivo é mostrar e melhorar o funcionamento de todas as operações empresariais.
O process mining se torna essencial para alcançar eficiência operacional e sustentar a melhoria contínua dos processos. Ao analisar dados reais dos sistemas, essa tecnologia revela como os processos realmente acontecem, indo além do mapeamento teórico.
Segundo previsões de mercado, a maioria das iniciativas bem-sucedidas de melhoria de processos em 2026 terá o process mining como ponto de partida.
Aprenda a implementar o Process Mining na sua empresa.
6. Sustentabilidade e ESG como indicadores da gestão de processos
A sustentabilidade passa, cada vez mais, a ser um indicador relevante da gestão de processos em 2026. Além de reduzir custos operacionais, processos mais eficientes contribuem diretamente para a diminuição de desperdícios, do consumo excessivo de recursos e, consequentemente, do impacto ambiental.
Nesse contexto, o BPM sustentável ganha protagonismo. Por meio da digitalização dos processos, da redução de retrabalho e do aumento da rastreabilidade do impacto ambiental ao longo das cadeias de processos, as empresas conseguem, ao mesmo tempo, melhorar a eficiência operacional e atender às exigências crescentes de ESG. Assim, a sustentabilidade deixa de ser um tema isolado e passa a integrar a estratégia de gestão de processos.
7. Governança e segurança da IA na gestão de processos
Com a crescente adoção de Inteligência Artificial em processos críticos, governança e segurança tornam-se, portanto, inegociáveis. À medida que a automação avança, frameworks de BPM passam, em 2026, a incorporar regras mais claras sobre autonomia da IA, auditoria contínua e proteção de dados sensíveis.
Nesse sentido, a governança de IA garante que a automação evolua de forma ética, transparente e controlada. Além disso, assegura o alinhamento com políticas internas, requisitos regulatórios e boas práticas de compliance. Dessa forma, a empresa reduz riscos, fortalece a confiança nos processos automatizados e sustenta a transformação digital de maneira responsável.
Como o Zeev apoia as tendências na gestão de processos 2026
Para transformar essas tendências em realidade, é essencial contar com uma plataforma capaz de orquestrar processos de ponta a ponta. Nesse cenário, o Zeev atua como aliado estratégico da transformação digital.
Como uma plataforma BPMS low-code com Inteligência Artificial, o Zeev permite:
- Modelar processos completos
- Automatizar fluxos operacionais
- Monitorar indicadores em tempo real
- Evoluir processos de forma contínua
Ao estruturar os processos no Zeev com IA Nativa, a empresa cria uma base sólida para aplicar IA, escalar a automação e aumentar a eficiência operacional de forma segura e sustentável.
Conclusão: as tendências na gestão de processos 2026 exigem ação estratégica
Em síntese, as tendências na gestão de processos 2026 deixam claro que a eficiência operacional não depende apenas de tecnologia isolada. Pelo contrário, ela exige processos bem estruturados, automação inteligente, uso estratégico de Inteligência Artificial e plataformas low-code integradas ao negócio.
Dessa forma, empresas que se antecipam a esse movimento ganham mais controle, previsibilidade e capacidade de adaptação em um cenário de mudanças constantes. Por outro lado, adiar essas decisões pode, consequentemente, resultar em aumento de custos, perda de competitividade e limitações ao crescimento sustentável.
Portanto, agende uma demonstração do Zeev e veja, na prática, como automatizar processos, aplicar Inteligência Artificial e preparar sua operação para 2026 de forma estruturada e segura.

















