Hoje vamos entender porquê o cenário low-code (plataformas de aplicativo de pouco código) está crescendo tanto. Bom, então vamos começar pelo que já sabemos. Buscar por inovação não é uma novidade, não é mesmo?
Há muito tempo as empresas entendem que, para se manter em uma posição competitiva, a busca por inovação deve ser acelerada e estar“correndo no sangue”. À medida que essas empresas conseguem se colocar na posição de inovação, fica mais difícil ficar para trás.
Mas, como criar inovações?
Através da transformação digital. Nesse sentido, Cezar Taurion comenta que faz parte desse cenário a automatização, que na sociedade digital, vai ser totalmente inevitável.
A McKinsey & Company fez um estudo que contempla uma correlação entre a inovação e a velocidade de desenvolvimento de softwares. Porque estou te contando isso? Por que neste estudo, fica claro que quanto mais velocidade em desenvolvimento de software, maior é a vantagem da empresa no quesito inovação.
Neste mesmo estudo, é apontado que quanto mais veloz no desenvolvimento e maior a inovação, mais rápido é o crescimento da receita. Isto não é super interessante?!
Então, temos um problema aqui…
Aqui entra o problema. Existe um grande desafio para o desenvolvimento de softwares, se você já leu o blogpost sobre escassez dos profissionais de TI no mercado, você já sabe do que eu estou falando. Precisa-se de mais desenvolvimento mas você já não encontra mais o principal motor para isso: o desenvolvedor de softwares, o famigerado cara da TI.
O low-code e o no-code, termos usados para pouco código e sem código, respectivamente, são a solução para o problema da escassez de desenvolvedores de software. Esse mercado, em pleno crescimento, está garantindo que haja uma democratização no desenvolvimento de softwares.
Pois, com o low-code, qualquer pessoa vai poder desenvolver soluções sem precisar utilizar códigos. Ou seja, qualquer pessoa vai poder fazer parte do movimento de transformação digital das empresas. Pois automatizar processos de negócio já é possível para qualquer pessoa.
Cenário low-code hoje
Trago mais algumas informações importantes para você. Vocês já conhecem os relatórios publicados por Gartner? Veja só, Gartner é uma grande empresa de consultoria que produz diversos relatórios embasados em pesquisas, sobre o tecnologia e negócios. Veja só o que eles estiveram falando sobre o cenário low-code neste ano.
Gartner está prevendo que“em 2023, o número de desenvolvedores que não tem conhecimento técnico de TI será, pelo menos, 4 vezes maior que o número de desenvolvedores profissionais”. Incrível, não é mesmo? Em complemento a isso, destaco que a Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), em 2020, já previa uma demanda por 70 mil profissionais de tecnologia até 2024.
Além disso, a pesquisa de Gartner também estima que, no ano de 2021, o mercado mundial de tecnologias de desenvolvimento low-code atingirá o valor de $ 13,8 bilhões. Neste mercado destacam-se as plataformas de aplicativos low-code. Este segmento do mercado de tecnologias low-code deve atingir uma receita de $ 5,8 bilhões em 2021.
Por fim, não podemos deixar de falar sobre quem paga a conta, não é mesmo? Veja só, as previsões de Gartner já falam que 50% dos clientes que entrarão no mercado de tecnologia low-code, até 2025, serão pessoas que estão fora do mundo da TI. Ou seja, as empresas não precisam mais demandar o técnico de TI para buscar soluções em tecnologia.
Então o cenário low-code veio para ficar?
Sim. Atualmente, existe um grupo imenso de pessoas que não são profissional de TI e já constrói e personaliza plataformas e softwares“sozinhos”. A pesquisa do Gartner , no início de 2021, já destacava que aproximadamente 41% destes profissionais, que não são da TI, já conseguem trabalhar com soluções tecnologicas. Isso ocorre, em parte, graças a esse novo cenário do low-code.
Ficou curioso para saber mais sobre o cenário low-code e no-code? Então, aqui fica um convite especial:
Meu nome é Kymberli Borba de Souza. Sou Engenheira de Produção, formada pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS. Sou pós-graduada em Controladoria e Finanças, na UNISINOS. Tenho experiência na área da controladoria, atuei em uma multinacional alemã, em atividades na contabilidade e em projetos da área na empresa. Além disso, fui membro do Comitê de Compliance Digital. Atualmente sou Especialista em Projetos Estratégicos na Zeev. Sou encantada pelo processo de aprendizado, gosto de conhecimento e descoberta.
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